Faixa 1 volta ao radar da Plano&Plano em meio à disputa do MCMV
- Redação Liga News

- 29 de mai.
- 2 min de leitura
Construtora quer acelerar vendas apostando novamente na Faixa 1 e ampliar presença na disputada Faixa 2 do Minha Casa Minha Vida em São Paulo.

Plano&Plano volta a olhar para a “esquecida” Faixa 1 do MCMV 🏘️
A Plano&Plano decidiu olhar novamente para uma parte do mercado que boa parte das incorporadoras vinha deixando de lado: a Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida.
Sim, justamente a faixa considerada “menos atrativa” por muitas empresas do segmento econômico nos últimos anos.
O movimento foi revelado em conversa da companhia com analistas do BTG Pactual e divulgado pelo Metro Quadrado.
📉 O motivo? A velocidade de vendas começou a desacelerar
A Plano&Plano fechou o 1T26 com VSO de 51,1%.
Em 2025, o índice era de 52,3%.Um ano antes? 58,5%.
Nada dramático.
Mas suficiente para o mercado começar a prestar atenção.
🏗️ A demanda continua forte. O problema é outro
Segundo o BTG, a Faixa 1 continua extremamente procurada — o problema é que a conta deixou de fechar para muitas incorporadoras.
Durante anos, o Plano Diretor de São Paulo favoreceu estúdios compactos, aumentando densidade e rentabilidade dos projetos.
Já a Faixa 1 exige metragem mínima e regras específicas.
Resultado?
Boa parte das grandes empresas preferiu correr para produtos mais “financeiramente
confortáveis”.
Agora, porém, a atualização dos tetos do programa começa a mudar novamente essa equação.
👀 E a Plano&Plano parece ter percebido isso antes de muita gente
Além da Faixa 1, a companhia também quer ampliar presença na Faixa 2 — hoje um dos territórios mais disputados do MCMV em São Paulo.
Segundo analistas do BTG, trata-se de “um dos nichos mais competitivos”, mas onde a Plano&Plano ainda mantém forte histórico operacional.
No fundo, o setor inteiro parece viver a mesma dúvida: crescer lançamentos… ou acelerar vendas?
📦 O estoque cresceu. E o mercado está olhando
A incorporadora projeta lançar entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão em 2026.
Mas existe um detalhe importante no balanço: o estoque disponível para venda subiu 19% e chegou a R$ 3,9 bilhões.
Em unidades, já são 11.765 apartamentos.
A boa notícia para a empresa?
Só 1,2% desse estoque está pronto. Ou seja: o risco ainda não parece estar na chave entregue.
Está na velocidade do mercado daqui para frente. 🚧
Fonte: Metro Quadrado, com informações de relatório do BTG Pactual.





























