Como a Pininfarina se tornou sinônimo de desejo no mercado imobiliário brasileiro
- Redação Liga News

- 24 de jul. de 2025
- 2 min de leitura
Do design automotivo ao metro quadrado de luxo: estúdio italiano já assina mais de 30 empreendimentos no Brasil e puxa para cima o valor dos projetos.

Nem só de Ferrari vive a Pininfarina. O estúdio que desenha supermáquinas italianas como Rolls-Royce, Maserati e Alfa Romeo virou também uma potência global no setor imobiliário — e encontrou no Brasil um de seus mercados mais promissores.
Desde 2016, quando lançou o primeiro projeto no país (o Cyrela by Pininfarina), a marca já participou da criação de mais de 30 torres residenciais e comerciais. Em todas, além da assinatura, entrega arquitetura e interiores: o que tem permitido aos parceiros cobrar até 30% a mais por metro quadrado.
🏙️ E o público responde.
📍 Em São Paulo, o Epic Cyrela by Pininfarina será a torre residencial mais alta da cidade, com 210 metros de altura e VGV estimado em R$ 2 bilhões.
📍 Em Goiânia, o comercial vendido em parceria com a City Soluções Urbanas teve 70% das unidades comercializadas em 15 dias.
📍 Em Balneário Camboriú, o Yachthouse assinado pela marca virou o residencial mais alto da América Latina e tem Neymar como comprador de uma cobertura de R$ 60 milhões.
📍 No Rio, o Edifício Atto já tem fila de espera para o triplex de R$ 80 milhões, mesmo antes do lançamento oficial.

Apesar do foco no alto padrão, a Pininfarina também tem apostado em projetos menores, com 3 a 6 andares, em cidades como Milão, Miami e — em breve — no Brasil.
O próximo será em Milagres (AL), com três pavimentos à beira-mar, e outro já em fase de estudo para um dos bairros mais tradicionais de São Paulo.
A expansão tem apoio de um núcleo brasileiro, liderado por parcerias com 15 incorporadoras e intermediado por empresas como a Molegolar. O objetivo, segundo a Pininfarina, é manter a exclusividade e adaptar cada projeto ao território, mesmo sob críticas de alguns urbanistas quanto à padronização estética.
💬 “Cada projeto é uma nova aventura”, resume Paolo Trevisan, VP de design da marca, para a Folha de S. Paulo, reforçando que a participação vai “do início à entrega”.










