Estadão: Cyrela volta a negociar venda de edifício do Nubank avaliado em até R$ 1,1 bilhão

há 11 horas
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Incorporadora voltou a conversar com gestores de fundos imobiliários após a TRX desistir da compra, considerada cara pelo mercado.

A Cyrela Brazil Realty voltou a negociar a venda de parte do Cyrela Corporate, um dos maiores edifícios de escritórios em construção em São Paulo.
Gestores de fundos imobiliários já receberam propostas e discutem valores com a incorporadora, segundo fontes consultadas pelo Estado de S. Paulo.
O ativo, porém, chega à mesa com uma etiqueta que explica boa parte da história: as 17 lajes alugadas ao Nubank foram avaliadas entre R$ 1 bilhão e R$ 1,1 bilhão. Considerando o edifício inteiro, o valor se aproxima de R$ 1,4 bilhão.
💰 O problema? O preço.
A negociação quase saiu em agosto, quando a Cyrela assinou um memorando não vinculante com a TRX para vender parte do prédio e quatro galpões logísticos por R$ 2,14 bilhões.
Semanas depois, a TRX desistiu. Entre os fatores estava a pressão de cotistas sobre uma emissão de cotas em andamento.
Mas havia também uma questão central para o mercado: o valor atribuído ao edifício foi considerado elevado por gestores ouvidos pela Coluna.
Agora, a Cyrela voltou a conversar com potenciais compradores.
🏢 Um prédio, dois donos? Quase.
O desenho da operação é curioso. O comprador ficaria com as 17 lajes ocupadas pelo Nubank, enquanto os seis andares restantes serão utilizados pela própria Cyrela como sede.
Ou seja: a incorporadora quer monetizar parte do ativo, mas continuará dentro dele.
O Cyrela Corporate tem 25 andares, 120 metros de altura e 45 mil m² de área bruta locável.
A entrega está prevista ainda para este ano, na esquina da Rua Oscar Freire com a Avenida Dr. Arnaldo, em Pinheiros.
✨ E há um argumento premium no pacote.
O projeto tem assinatura do estúdio italiano Pininfarina, conhecido pelo design associado à Ferrari, além de um terraço no topo destinado a eventos e com vista privilegiada de São Paulo.
As conversas para venda dos quatro galpões logísticos também foram retomadas.
No fim, a questão é menos sobre encontrar um comprador e mais sobre encontrar um comprador disposto a pagar o preço que a Cyrela considera adequado.
Fonte: Estado de S. Paulo, com informações de fontes consultadas pela Coluna.





























