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Zabo Engenharia mira VGV de R$ 1,2 bi com superprojeto ao lado do Ibirapuera

  • Foto do escritor: Redação Liga News
    Redação Liga News
  • 25 de jul. de 2025
  • 2 min de leitura
A Zabo Engenharia costura lote a lote ao lado do Ibirapuera para lançar um projeto de até R$ 50 milhões — e marca a transição de comando em meio a um plano de R$ 1,2 bi em VGV.

David e Rodrigo Zaborowsky /Zabo Engenharia. Imagem: Divulgação
David e Rodrigo Zaborowsky /Zabo Engenharia. Imagem: Divulgação
Começou com 1,8 mil m². E hoje, soma 5,2 mil. É assim que a Zabo Engenharia, conhecida pelos empreendimentos no altíssimo padrão paulistano, está preparando o que promete ser seu projeto mais ambicioso até agora: duas torres ao lado do Parque Ibirapuera, com apartamentos de até 1.000 m² e VGV superior a R$ 600 milhões.

A estratégia para isso vem sendo montada desde 2016: com aquisições parcelares, negociações longas e muita paciência familiar.

Literalmente: os irmãos David e Rodrigo Zaborowsky assumiram em junho os cargos de CEO e COO da empresa fundada pelo pai, Gilberto. Agora, eles preparam a próxima fase da companhia: mais de R$ 1,2 bilhão em VGV até 2026.

💬 “É um trabalho artesanal. Foram anos juntando lote por lote até conquistar a área que desejávamos”, diz Rodrigo em entrevista para a Exame.

🏗️ Como o terreno virou superproduto

O projeto original já estava aprovado com 1,8 mil m², até que a oportunidade de comprar mais terrenos foi surgindo.

A maior conquista veio com a aquisição de um lote de 1,7 mil m² ocupado por uma concessionária da Toyota, com quem a Zabo firmou acordo para manter a operação funcionando — o que garantiu o chamado “potencial de não construção”, uma ferramenta estratégica em projetos de alta densidade.

Agora, com o terreno unificado, o plano é erguer duas torres com 35 unidades entre 360 m² e 1.000 m².

O ticket máximo? R$ 50 milhões por unidade. A entrega está prevista entre 2029 e 2030 — e os Zaborowsky ainda estão de olho em outros terrenos contíguos.

📊 Capital próprio, CRI e novos caminhos de funding

A estrutura do negócio é 100% incorporada com capital próprio. A obra, no entanto, pode ser viabilizada via Plano Empresário ou CRI, já que os bancos têm restringido crédito diante da alta dos juros e da baixa na poupança.
 
 
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