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Prédios só saem do papel com selo energético mínimo a partir de 2027

  • Foto do escritor: Redação Liga News
    Redação Liga News
  • 3 de out. de 2025
  • 2 min de leitura
Nova regra obriga construções públicas e privadas a atingirem índices mínimos de eficiência energética a partir de 2027: promessa de economia bilionária e impacto direto na construção civil.

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O Ministério de Minas e Energia bateu o martelo: a partir de 2027, toda nova construção no Brasil terá que seguir padrões mínimos de eficiência energética. E sem selo, nada de habite-se. A regra vale para prédios públicos e privados, com implementação gradual até 2040.

💸 Economia bilionária (e nada simbólica)

O MME estima que a medida pode reduzir 17 milhões de MWh até 2040 – o equivalente a R$ 2,7 bilhões em economia de energia. Em outras palavras: daria para abastecer uma cidade de 1 milhão de habitantes por 7 anos. Parece pouco? Coloque sete cidades no cálculo.

Do “A” ao “E”: a régua da eficiência

Os prédios serão classificados de “A” (nota máxima) a “E” (pior cenário). No setor público, só entra projeto nível “A”. Já os privados terão de atingir, no mínimo, o “C” – com direito a autodeclaração técnica (sim, no melhor estilo “confia em mim que eu sou engenheiro”).

🏘️ RS ganha fôlego

Há exceção: o Rio Grande do Sul só começa a cumprir a regra em 2028, por conta das enchentes. Até lá, as construtoras gaúchas terão um respiro para se adaptar.

💡 Custo ou investimento?

Para os empreendedores que entrarem em licitações públicas, a conta será clara: contratar consultorias especializadas para garantir o nível “A”. Sim, mais custo na largada. Mas, em teoria, menos gasto com energia no futuro. Quem vai reclamar?

🔍 O papel do Inmetro

A fiscalização ficará nas mãos do Inmetro, que acompanhará as declarações e poderá rever a estratégia de “autodeclaração” das empresas privadas se perceber falhas. Além disso, um plano nacional de apoio técnico será lançado nos próximos 12 meses, incluindo capacitação e treinamentos.

🤔 Pergunta que não cala

O selo verde será mesmo um divisor de águas no setor ou mais uma burocracia no papel? Entre a promessa de prédios mais inteligentes e a realidade do custo Brasil, só o tempo vai dar a nota.
 
 
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