Studio por R$ 869 mil? Em SP, sim.
- Redação Liga News

- 25 de jun. de 2025
- 2 min de leitura
Alta demanda, escassez de terrenos e incentivo do Plano Diretor consolidam os studios como alternativa premium para investidores — e passagem rápida para moradores.

Em São Paulo, os studios deixaram de ser apenas uma tendência urbana para se tornarem uma das tipologias mais valorizadas e demandadas da cidade.
📈 De dezembro de 2024 a abril de 2025, a valorização média dos studios foi de 9%, com o Itaim Bibi disparando 34% no período.
💰 O preço médio na região? R$ 869 mil por uma unidade de até 30 m².
No Jardim América, um studio custa, em média, R$ 748 mil. Tudo isso em imóveis com metragem enxuta, mas localização premium — e cada vez mais pensados para investidores.
🏗️ Compacto, caro e muito procurado
Segundo a Loft, o valor elevado se explica: ✔️ Pela escassez de terrenos ✔️ Pela estrutura premium dos edifícios ✔️ E por estarem em bairros desejados
Muitos prédios têm áreas comuns que funcionam como extensões do lar, mas isso também pesa no bolso. Só o condomínio chega a passar de R$ 850 em bairros como o Itaim.
📊 Dados que valem o investimento
Os studios representam 21% do estoque total de imóveis em SP.
São a 2ª tipologia mais lançada na cidade.
Em abril, 1.905 unidades foram lançadas — e 1.974 vendidas.
República, Pinheiros e Bela Vista lideram em oferta. E para quem investe, a lógica é simples: alta rotatividade + boa localização = retorno mais rápido.
🏙️🧱As incorporadoras entenderam o jogo
A Trisul, por exemplo, lançou 3 mil unidades compactas com a linha The Collection — studios de 24 m² a 33 m² próximos ao metrô, com foco 100% em liquidez.
85% dos compradores são investidores:
💬 “Formatamos os projetos pensando na segurança e no retorno”, diz André Quinzeiro, da Trisul.
📈 A promessa? Retorno de 1% ao mês.
Outras grandes como a SKR também criaram linhas específicas, como a Skinn, que personaliza os studios e gerencia a locação.
Morador ou inquilino? Só por um tempo.
O público é jovem, qualificado e móvel:
Idade média entre 30 e 44 anos
Só 37% têm carro próprio
E 82% não pretendem continuar nesse tipo de imóvel










