“Cheque” assinado. E uma ajuda de R$ 865 milhões pra quem constrói e pra quem compra
- Redação Liga News

- 24 de jun. de 2025
- 2 min de leitura
Programas estaduais e municipais injetam milhões no MCMV e aliviam o maior gargalo do setor: a entrada. Tenda e MRV já sentem o impacto direto nas vendas.

Os cheques regionais, subsídios locais atrelados ao Minha Casa Minha Vida, viraram peças-chave para destravar o mercado de baixa renda.
📈 Em 2024, foram R$ 865 milhões em aportes que ajudaram 51,7 mil famílias a comprar um imóvel. Entre os beneficiados: Tenda (15% das vendas com subsídio) e MRV (21%).
A lógica é simples: estados e municípios entram com recursos próprios e aliviam a dor de cabeça do comprador e da incorporadora.
🏠 Onde o bolso aperta, o subsídio ajuda
Esses programas reduzem — ou zeram — a entrada, baixam o valor das parcelas e ajudam a encaixar o imóvel na renda de quem mais precisa.
E isso tem sido essencial:
Famílias estão com menos saldo de FGTS.
A média financiada caiu de 78% para 72% nos últimos dez anos.
A parcela da entrada está maior — e, pra muita gente, inatingível.
Uma engrenagem que alivia o comprador e o balanço da incorporadora
O subsídio também resolve outro ponto crítico: o risco.
💰 Quando a empresa parcela a entrada, assume o calote. 👥 Com os cheques regionais, o dinheiro vem antes — e o risco sai do balanço da companhia.
➡️ Pelas regras do MCMV Cidades, os entes públicos podem aportar até R$ 55 mil por unidade, dependendo da faixa de renda. Em 2024, a média foi de R$ 16,7 mil.
Quais estados estão puxando o bonde?
Casa Paulista (SP): → 20,2 mil famílias atendidas → Subsídio médio: R$ 12,2 mil
Casa Fácil Paraná: → Maior valor investido: R$ 301,5 milhões em 2024 → Subsídio médio: R$ 20 mil por família → E segue na frente também em 2025, com R$ 75,2 milhões já investidos até abril.










