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Melnick e Yuny se unem para disputar o alto padrão em São Paulo

  • Foto do escritor: Redação Liga News
    Redação Liga News
  • 22 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura
Incorporadoras gaúcha e paulistana lançam empreendimento em terreno que era do GPA.

Prédio em construção na avenida Afonso Brás, no bairro Vila Nova Conceição, em São Paulo - Danilo Verpa - 14.abr.2024/Folhapress
Marcelo Yunes e Leandro Melnick, CEOs da Yuny e da Melnick, que fazem joint venture em São Paulo — Foto: Divulgação Yuny/Melnick.
Sabe aquele ditado “se não pode com eles, junte-se a eles”? Pois é. Foi mais ou menos esse o movimento da gaúcha Melnick, que acaba de firmar uma joint venture com a Yuny, uma das marcas mais tradicionais do alto padrão em São Paulo.

O objetivo é claro: entrar de vez no mercado paulistano de luxo.


🗺️ Por que São Paulo? A cidade concentra o maior mercado imobiliário do país — especialmente no segmento de médio e alto padrão.

E pra quem vinha de Porto Alegre, escalar o negócio no RS começa a ter limite. Crescer aqui é quase obrigatório.

💼 O negócio na prática. O primeiro projeto da parceria já está na rua, o Quaddra Lorena, em terreno que fazia parte da sede do GPA (grupo Pão de Açúcar), nos Jardins. O investimento total, com terreno e obra, deve ser de R$ 300 milhões para as duas empresas, com valor geral de venda (VGV) estimado em R$ 700 milhões.

Mas, atenção: A ideia não é só fazer um prédio e ver no que dá. O plano é construir um portfólio robusto — mirando os bairros mais valorizados da capital paulista, como Itaim, Jardins e Vila Olímpia.

🤝 Quem entra com o quê?
A Melnick traz o caixa, o apetite e a visão de expansão.
A Yuny aporta o conhecimento local, os terrenos e a expertise no segmento paulistano de luxo.

Parceria 50/50. E, segundo eles, com espaço pra crescer muito além desse primeiro VGV.

🏗️ Tá fácil esse mercado? Não tá. Mas, os imóveis de alto padrão aparecem no centro das atenções do mercado imobiliário em 2025. Menos sensível a incertezas econômicas, o segmento deve atravessar ileso o cenário marcado pelo elevado patamar dos juros, a restrição de acesso ao crédito e a fuga da poupança.

E o recado é claro: O mercado pode até estar mais seletivo, mas ainda tem espaço — desde que a estratégia seja boa, o parceiro seja forte e o produto fale a língua do cliente.

 
 
 
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