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“Não fiquem assustados”: Lula tenta acalmar construção sobre fim da escala 6x1

  • Foto do escritor: Redação Liga News
    Redação Liga News
  • há 4 minutos
  • 2 min de leitura

Durante o ENIC, Lula tentou reduzir a tensão sobre o fim da escala 6x1, enquanto a CBIC alertou para os impactos da medida em um setor já pressionado por custos e falta de mão de obra.


“Não fiquem assustados”: Lula tenta acalmar construção sobre fim da escala 6x1

O debate sobre o fim da escala 6x1 chegou oficialmente ao centro da construção civil.

E não em qualquer palco:foi durante o ENIC, principal encontro do setor, diante de uma plateia lotada de empresários e executivos.


Ali, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou reduzir a tensão: “Ninguém vai impor na marra.”


📉 O setor já sofre (e teme mais pressão)


A fala veio após o alerta de Renato de Sousa Correia, que expôs uma preocupação crescente da construção:


👉 falta de mão de obra

👉 juros altos

👉 aumento de custos

👉 famílias mais endividadas


E agora:


👉 possível redução de jornada


“O desafio da redução da jornada é um tema que preocupa”, afirmou Correia, segundo o MoneyTimes.


Porque a conta é simples: um setor intensivo em mão de obra teme perder produtividade justamente quando já enfrenta dificuldade para contratar.


🤝 Críticas? Sim. Mas também muitos elogios


Apesar do alerta, o clima no evento passou longe de confronto.


Correia elogiou os avanços do setor nos governos Lula e destacou o peso da construção na economia:


🏗️ 3 milhões de empregos💰

R$ 800 bilhões movimentados por ano

🔗 impacto em mais de 90 setores


Em resposta, Lula chamou Renato de Sousa Correia de um dos representantes setoriais “mais verdadeiros” do País.


E resumiu a relação entre governo e setor de forma direta:


“Vocês precisam de mim para financiamento. E eu preciso de vocês para gerar emprego.”


💸 Lula cobra Caixa ao vivo


Mas o momento mais simbólico talvez tenha sido outro.


Ainda no palco, Luiz Inácio Lula da Silva deu uma bronca pública em Carlos Vieira.


O motivo? O programa de financiamento para reformas residenciais.


Segundo Lula, os R$ 30 bilhões disponibilizados “não estão andando”.


Deve ter alguma coisa que você precisa colocar o dedo na ferida”, disparou ao presidente da Caixa.


Tradução política: dinheiro parado virou problema público.


⚖️ Menos discurso ideológico. Mais pragmatismo econômico.


O evento mostrou algo importante: o debate sobre jornada de trabalho começa a entrar numa fase mais prática (e menos teórica).


Porque, na construção civil, a pergunta deixou de ser apenas social.


Agora também virou operacional:


👉 quem vai executar as obras?

👉 quanto isso custa?

👉 e qual será o impacto real na produtividade?


🎯 A leitura final


O setor da construção ainda cresce. Mas cresce pressionado.


E o ENIC deixou claro que o próximo embate da indústria talvez não seja apenas sobre juros ou crédito.

Pode ser sobre tempo, produtividade e mão de obra.



Com informações e entrevistas ao MoneyTimes

Foto: Ricardo Stuckert/PR

 
 
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