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Tarcísio coloca prédios históricos do Centro de São Paulo na rota do mercado imobiliário

  • Foto do escritor: Redação Liga News
    Redação Liga News
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Com a transferência da sede administrativa para os Campos Elíseos, o governo paulista abre espaço para que ativos históricos do Centro sejam transformados em projetos de moradia, hotelaria, lazer e retrofit.


Tarcísio coloca prédios históricos do Centro de São Paulo na rota do mercado imobiliário

Durante décadas, eles foram símbolos do poder econômico, cultural e político da cidade.

Agora, podem virar hotéis, apartamentos, centros de lazer ou novos empreendimentos privados.


O Governo de São Paulo está preparando o leilão de uma série de imóveis históricos que serão desocupados após a transferência da sede administrativa para o novo complexo dos Campos Elíseos.


E não estamos falando de qualquer patrimônio.


Estamos falando do Hotel Esplanada, do Cine Marrocos e do antigo prédio do Banco de São Paulo. 🏛️


👀 O Centro voltou ao radar dos investidores


A movimentação acontece em um momento curioso.


Por anos, o Centro foi visto como um território de desafios urbanos.


Hoje, começa a ser enxergado como uma das últimas grandes fronteiras imobiliárias da capital.


A combinação é poderosa:


📍 localização privilegiada

📍 escassez de terrenos

📍 edifícios históricos únicos

📍 incentivo crescente ao retrofit


Não por acaso, investidores e incorporadoras voltaram a circular pela região.


🏨 O Hotel Esplanada pode ganhar uma nova vida


Inaugurado em 1923 na Praça Ramos de Azevedo, o Hotel Esplanada recebeu presidentes, empresários e artistas quando o Centro era o principal endereço da elite paulistana.


Agora, o edifício poderá entrar em um novo ciclo.


A expectativa é que os imóveis sejam convertidos para usos residenciais, hoteleiros, comerciais ou de lazer, preservando suas características históricas.


Uma fórmula que vem se repetindo em grandes cidades ao redor do mundo.


🎬 Do glamour ao retrofit


O Cine Marrocos também integra a primeira lista de ativos.


Nos anos 1950, foi apresentado como o cinema mais luxuoso da América Latina.


Décadas depois, pode se transformar em mais um projeto de requalificação urbana.


A pergunta que fica é: quanto vale um imóvel histórico em uma região que tenta renascer economicamente?


🏦 O velho centro financeiro quer voltar ao jogo


Entre os ativos mais emblemáticos está o antigo prédio do Banco de São Paulo, localizado na Praça Antônio Prado.


Foi ali que parte da história financeira da cidade foi construída, muito antes da Avenida Paulista se tornar o endereço corporativo dominante.


Agora, o edifício pode voltar a atrair investimentos (desta vez vindos do mercado imobiliário).


💰 O retrofit deixou de ser nicho


O movimento do governo encontra um mercado muito diferente daquele de alguns anos atrás.


Empresas como a Planta já apostam fortemente em retrofit na região central.


O Bradesco, por sua vez, investe cerca de R$ 200 milhões na recuperação do complexo Nova Central, na Avenida Ipiranga.


E a Caixa Econômica Federal passou a tratar o financiamento de retrofits como uma prioridade estratégica.


Ou seja: o capital já começou a chegar.


🚧 O maior leilão pode não ser dos prédios


Os imóveis são importantes.


Mas talvez o verdadeiro ativo à venda seja outro.


A narrativa de recuperação do Centro de São Paulo.


Porque se o retrofit conseguir devolver moradores, empresas e consumo para a região, esses prédios históricos podem deixar de ser apenas patrimônio preservado.


E voltar a ser protagonistas da cidade. 🌆



 
 
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