Helbor e Cyrela se unem para projeto do MCMV em área nobre de São Paulo
- Redação Liga News

- há 8 horas
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Terreno em Santo Amaro deixa de ser voltado ao médio/alto padrão e passa a integrar projeto de habitação econômica com foco em giro e eficiência.

Depois de 15 anos segurando um dos seus principais ativos em São Paulo, a Helbor decidiu mudar de estratégia.
Sai o médio/alto padrão. Entra o Minha Casa Minha Vida com a Cyrela como sócia.
💰 Caixa agora… e desalavancagem no radar
O valor não foi divulgado, mas o BTG Pactual estima:
👉 ~R$ 40 milhões à vista
👉 ~R$ 250 milhões ao longo do projeto
A operação ajuda a reduzir a alavancagem, hoje um dos principais pontos de atenção da companhia.
📍 Um terreno que mudou de vocação
A área de 26 mil m² em Santo Amaro já teve vários planos:
Corporativo
Médio/alto padrão
Uso temporário após demolição da antiga fábrica
Agora, a conclusão é outra: habitação econômica faz mais sentido no momento atual.
🧠 “Deixa com quem sabe fazer”
Sem operação própria no segmento, a Helbor trouxe a Cyrela, que atua com a Vivaz.
“A gente deixa com quem sabe fazer”, disse Marcelo Bonanata ao Metro Quadrado.
⏱️ Velocidade virou argumento
Além da demanda, o MCMV entrega algo essencial: prazo menor.
✔ Aprovação mais rápida
✔ Giro mais ágil
✔ Venda mais previsível
Em um cenário de juros altos, isso pesa e muito.
O detalhe que destravou: CEPACs
A Helbor tinha 19 mil CEPACs comprados para um projeto mais adensado. Problema:
👉 MCMV não usa
👉 Mercado para revenda está fraco
Solução: A Cyrela leva os certificados e usa em outros projetos. Negócio viabilizado.
🏘️ No fim, o movimento é maior que o projeto
O empreendimento ainda depende de aprovação e deve sair só em 2027. Mas o sinal já foi dado:
👉 menos aposta no médio/alto
👉 mais foco na baixa renda
E a provocação fica: quantos terrenos “nobres” ainda vão migrar para o MCMV? Porque o mapa do mercado… já começou a mudar.










