Cyrela aposta no efeito Dolce&Gabbana em Pinheiros com imóvel de grife
- Redação Liga News

- 26 de nov. de 2025
- 2 min de leitura
Empreendimento reforça a escalada das parcerias de luxo em um mercado premium cada vez mais competitivo.

A Cyrela decidiu que, em 2025, empreendimento de alto padrão não basta: precisa ter assinatura. E não qualquer uma: a marca italiana Dolce&Gabbana Casa estreia na América Latina com o Capri Lifestyle, na Joaquim Antunes, Pinheiros. São 62 unidades entre 246 m² e 591 m², mirando um VGV de R$ 700 milhões. Nada mal para um primeiro desfile.
Miami exportou, São Paulo absorveu
A tendência das grifes em empreendimentos residenciais nasceu em Miami e, como quase tudo no mundo do luxo, virou febre por aqui.
Por quê? ➡️ Porque o mercado premium está lotado de lançamentos… muitas vezes no mesmo quarteirão.
Diferenciar virou questão de sobrevivência e as grifes encontraram no mercado imobiliário um novo palco.
Vizinhança estrelada: Ferrari na porta ao lado
O Capri não está sozinho no estrelato. Seu vizinho é o já conhecido Epic by Pininfarina, também Cyrela, aquele mesmo estúdio que assinou carros da Ferrari antes de assinar torres em São Paulo.
E não para por aí: Cyrela já colocou o nome Armani Casa em outro projeto e trouxe estúdios internacionais como Yoo e Edsa para o portfólio.
A estreia da Dolce&Gabbana Casa no continente
Apesar de já atuar no segmento de mobiliário e interiores, a Dolce&Gabbana Casa nunca havia assinado um empreendimento na América Latina. A curadoria das áreas comuns será da própria grife: do paisagismo ao mobiliário, a promessa é de experiência de marca, não apenas acabamento premium.
Lavvi, Mitre, REM: a fila das parcerias só cresce
Se o alto padrão virou território de grife, a Cyrela não está sozinha no jogo:
A Lavvi, da qual a Cyrela tem 28,36%, já entregou o Villa Versace e constrói o Saffire Elie Saab.
A Mitre lançou empreendimentos com a Daslu.
A REM se uniu à Artefacto.
E a pergunta que fica é inevitável:
👉 Estamos diante de uma escalada definitiva da “arquitetura couture”? Ou isso tudo é uma corrida pelo último diferencial possível num mercado saturado?












