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R$ 484 bi. É quanto a construção movimentou no Brasil

  • Foto do escritor: Redação Liga News
    Redação Liga News
  • 30 de mai. de 2025
  • 2 min de leitura
A construção brasileira faturou R$ 484 bilhões em 2023, segundo o IBGE. Mas o dado mais relevante está na transformação do setor: serviços especializados ganham força, enquanto edifícios e infraestrutura perdem espaço.

Prédio em construção na avenida Afonso Brás, no bairro Vila Nova Conceição, em São Paulo - Danilo Verpa - 14.abr.2024/Folhapress
IBGE mostrou que 165,8 mil empresas de construção estavam ativas em 2023, empregando 2,5 milhões de pessoas. Foto: Shutterstock.
A indústria da construção não para — e os números não deixam dúvida. Segundo a nova pesquisa do IBGE, o setor movimentou R$ 484,2 bilhões em 2023.

O dado inclui tudo: incorporações, obras e serviços. E mostra um setor que cresce, mas… também muda.

🔍 Bora destrinchar esse raio-x da construção:


• R$ 461,6 bilhões vieram de obras e serviços.
• O setor fechou 2023 com 165,8 mil empresas ativas.
• E empregou nada menos que 2,5 milhões de pessoas.
• Somando folha, salários e retiradas? R$ 89,6 bilhões pagos.

📈 A principal mudança não tá no quanto. Tá no como.


Ao longo da última década, a participação dos segmentos dentro do setor mudou — e muito.

➡️ Serviços especializados na construção dispararam:
De 17,8% em 2014 pra 24% em 2023.
Maior percentual da série histórica iniciada em 2007.

➡️ E quem perdeu espaço?
Construção de edifícios: caiu de 43,9% pra 39,8%.
Obras de infraestrutura: de 38,3% pra 36,3%.

O mercado tá mais fragmentado, mais especializado e, sim, mais complexo.

💰 E os custos? Quase no mesmo lugar.


Se a composição dos serviços mudou, o mesmo não vale pra estrutura de custos:
• 49% dos custos vão pra mão de obra (em 2014 era 48,1%).
• 35,9% ficam com materiais, ante 36,2% em 2014.
• E 15,1% com serviços de terceiros, ante 15,7% em 2014.

🚀 O que esse raio-x deixa claro?


O setor cresce, emprega, fatura — mas se transforma. Mais foco em serviços especializados. Menos peso na construção tradicional e na infraestrutura.

Pra quem tá no jogo — seja como incorporador, fornecedor, prestador de serviço ou investidor — entender essa mudança não é opcional. É questão de sobrevivência.
 

 
 
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