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BTG assume Jardim das Perdizes com a Tecnisa e mira destravar projeto bilionário

  • Foto do escritor: Redação Liga News
    Redação Liga News
  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

Com aquisição de participações da Hines e da Tecnisa, o BTG Pactual passa a controlar o Jardim das Perdizes e aposta em destravar um dos maiores projetos imobiliários de São Paulo.


BTG assume Jardim das Perdizes com a Tecnisa e mira destravar projeto bilionário

O BTG Pactual decidiu ir além do crédito.

O banco assumiu o controle do Jardim das Perdizes, na zona oeste de São Paulo: um projeto com VGV superior a R$ 5 bilhões que ficou anos travado.


Segundo a Folha de S.Paulo, o movimento já vinha sendo articulado e ganhou força nas últimas semanas.


🧩 A operação: controle consolidado

Com a compra da fatia da Hines (42,5%) e uma participação anterior adquirida da Tecnisa, o BTG chegou a 68,59% do projeto.


Os valores não foram oficialmente divulgados, mas estimativas de mercado apontam algo próximo de R$ 685 milhões no total.


⏳ Um potencial gigante… que não saía do lugar

Apesar do tamanho, o projeto enfrentava um gargalo clássico: falta de CEPACs, os títulos que viabilizam o potencial construtivo.


Sem eles, o bairro planejado ficou praticamente parado por anos.


A virada veio no fim de 2025, quando a Tecnisa desembolsou R$ 225,4 milhões para adquirir os certificados, pressionando o caixa e abrindo espaço para novos sócios.


🤝 BTG entra como solução financeira

É aí que o banco muda o jogo.


Mais do que sócio, o BTG Pactual entra como estruturador financeiro, trazendo fôlego para tirar o projeto do papel.


Nos bastidores, segundo a Folha, as negociações chegaram a esfriar, mas avançaram com apoio da Tecnisa.


🏗️ Interesse não faltou

Antes do BTG, a Cyrela chegou a negociar participação, mas não houve acordo.


No fim, prevaleceu quem tinha mais capacidade de funding.


🔁 Um movimento que se repete

Essa não é a primeira investida do banco em projetos desse porte.


Em 2024, o BTG assumiu o controle do Ilha Pura, na Barra da Tijuca, com VGV de R$ 4 bilhões e uma dívida relevante no pacote.


Ou seja: não é aposta pontual (é estratégia).


⚖️ O que falta

A operação ainda depende do aval do Cade, mas já foi protocolada.


🎯 A leitura final

O BTG não está só entrando em mais um projeto.


Está assumindo um ativo travado (com potencial alto e execução complexa).


A provocação é direta: bancos estão virando incorporadores… ou apenas ocupando um espaço que o mercado deixou?

 
 
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